A Ilha de Algodoal, no Pará, também conhecida pelo nome de Maiandeua, que quer dizer Mãe da Terra, é dividida em quatro vilas: Algodoal, Fortalezinha, Camboinha e Mococa, separadas por manguezais.
Com praias deslumbrantes, entre as quais destaca-se a Praia da Princesa, ou do Farol, a ilha, de apenas dezenove quilômetros quadrados, costuma atrair turistas de todas as partes do mundo.
Encantados com a natureza selvagem do lugar e a tranqüilidade do povo simples e receptivo, os visitantes encontram em Algodoal, praias cujas paisagens transformam-se de acordo com a maré, que, sob a influência dos rios amazônicos, pode variar em poucas horas.
Além da belíssima Praia da Princesa, com quase 14 quilômetros de extensão, em meio a dunas e uma lagoa paradisíaca, cheia entre os meses de fevereiro e junho, também são muito bonitas as praias da Vila do Algodoal, em forma de ferradura, Fortalezinha, Crispim e a Praia da Mococa, com falésias e muitas pedras.
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Ajuruteua
Navio Naufragado na Praia de Ajuruteua, Pará - Foto: Wikipedia
Pequena vila de pescadores, localizada a 36 quilômetros da cidade de Bragança, no Pará, Ajuruteua tem praias com grande movimento nas temporadas de férias e nos finais de semana.
As praias, que ficam situadas em extensos manguezais, são: Ajuruteua, também conhecida como Campo do Meio, Chavascal, Boiçucanga, Praia da Vila, Ilha do Canela, Praia do Grilo, Quatipuru-Mirim e Praia do Pilão.
Na Praia de Ajuruteua, a aproximadamente dois quilômetros de distância da vila, é possível ver, durante a maré baixa, um antigo navio naufragado.
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Belém do Pará

Mercado Ver-o-Peso, em primeiro plano - Belém - Foto: João Ramid - Embratur
Belém, capital do Pará, possui valiosas construções históricas, entre as quais se destacam o magnífico Theatro da Paz, o Forte do Castelo, a Casa das 11 Janelas, o Palácio Antônio Lemos, a Basílica de Nazaré, e os belos casarões coloniais da Cidade Velha.
O Mercado Ver-o-Peso, com mais de mil barracas, junto ao cais, oferece uma enorme variedade de produtos comestíveis, além de variadas ervas e raízes da Amazônia, artigos religiosos e artesanatos.
No Ver-o-Peso também são servidos pratos da célebre e saborosa culinária paraense, frutas regionais e doces típicos.
Sem precisar sair de Belém, o visitante encontra sínteses quase perfeitas do ambiente amazônico em diversos parques, como no Jardim Botânico Bosque Rodrigues Alves, no Parque da Residência e no Mangal das Garças.
Entre as melhores opções de lazer, estão os passeios de barco pelo Rio Guamá e à Ilha de Cotijuba, com 20 km de praias de rio, e à Ilha do Mosqueiro, cujas praias sofrem a influência das marés e, assim, apresentam ondas, mesmo sendo praias fluviais.
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Marajó, uma viagem inesquecível

Começa amanhã, dia 17 de setembro, na cidade de Soure, a quarta edição da Jornada de Cursos e Oficinas da Associação Caruanas do Marajó. Até sexta-feira, 21 de setembro, o evento pretende discutir a história e a cultura marajoara, e temas ligados ao meio-ambiente, como o desmatamento, a proteção da fauna e da flora da ilha, o papel da população na luta pela preservação da natureza e como contribuir para evitar o aquecimento global. Além de muitas oficinas de capacitação, a programação inclui ótimos shows de MPB, com Jane Duboc, Fundação Carlos Gomes, Leila Pinheiro, Fafá de Belém, Egberto Gismonti e diversos artistas e grupos folclóricos da região.
Saiba mais sobre a fantástica Ilha de Marajó >
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Salvaterra – um Brasil para ser descoberto
Prainha do Pinheiro - Foto: Dário PedrosaNa foz do Rio Amazonas, existe um lugar fabuloso, envolto em lendas e mistérios.
Uma ilha gigantesca, bem maior que a Bélgica, a Holanda ou a Suíça, onde floresceu uma remota civilização pré-colombiana, oriunda dos Andes, que teria chegado ao Atlântico, através do Amazonas, milhares de anos antes de Cristo.
Dos Aruaques, quase nada se conhece, além da bela e sofisticada cerâmica marajoara, ainda hoje reproduzida por hábeis artesãos. Aliás, muito pouca coisa se sabe dessa ilha extraordinária, que pode ter sido descoberta antes do Brasil.
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