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Rio 2016

Rio de Janeiro Foto: Christian Knepper - Embratur

O Rio de Janeiro, mundialmente conhecido como Cidade Maravilhosa, será a sede da Olimpíada de 2016.

Vitória espetacular do Rio, que concorria com outras três cidades, Madri, Tóquio e Chicago, pela primazia de sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.

Pela primeira vez, uma Olimpíada será disputada na América do Sul, atraindo os olhos do mundo para o continente.

Festa no Rio! Festa no Brasil!

Saiba mais sobre a Rio 2016

Olimpíadas de 2016 - Rio é forte candidata


A cidade do Rio de Janeiro é forte candidata para sediar as Olimpíadas de 2016. E há diversos motivos para acreditar em sua indicação.


O Rio já sediou importantes eventos mundiais com desempenho histórico, produção brilhante e ativa participação popular, como na Eco 92, que consagrou o conceito de desenvolvimento sustentável, e no Pan-Americano de 2007, que lançou as bases para a construção de um parque atlético de nível olímpico.


E, como em 2014 o Brasil sediará a Copa do Mundo de Futebol, já está prevista a construção de novos estádios, alojamentos e inúmeros equipamentos esportivos no Rio de Janeiro.

Com a confirmação do Rio, em 2016 será a primeira vez que as olimpíadas serão realizadas na América do Sul, um continente de 400 milhões de habitantes, com uma população jovem e entusiasmada pelo esporte.

Entre 1896 e 2008, os Jogos Olímpicos realizaram-se por 15 vezes na Europa, 6 vezes na América do Norte, 3 vezes na Ásia e 2 vezes na Oceania. Apenas duas cidades localizadas abaixo da Linha do Equador, sediaram olimpíadas até hoje, ambas na Austrália: Melbourne, em 1956, e Sidney, em 2000.


Além do Rio, as cidades que ainda permanecem candidatas aos Jogos Olímpicos de 2016 são: Tóquio no Japão, Madrí na Espanha e Chicago nos Estados Unidos. Tóquio sediou as Olimpíadas de 1964, a Espanha recebeu os Jogos de 1992, em Barcelona, e os Estados Unidos já sediaram 4 olimpíadas.


Evidentemente, a escolha da cidade-sede, que acontece em outubro de 2009, não observa razões de ordem sentimental. Nesta etapa, a candidatura do Rio será analisada através de 17 critérios bem objetivos: acomodações, apoio político, cultura, finanças, fronteiras, legado, legislação, locais de prova, marketing, meio ambiente, mídia, para-olimpíadas, saúde, segurança, tecnologia, transporte e vila olímpica.

Os benefícios de um evento desta magnitude são indiscutíveis. Além de se projetar internacionalmente, atraindo milhares de turistas de todo o mundo, as cidades que sediaram os Jogos Olímpicos tiveram uma visível transformação estrutural.

O impacto social provocado pela realização de uma olimpíada é tremendo, revitalizando desde as regiões mais carentes até o eixo central, melhorando os sistemas de transportes as condições de saneamento, saúde, segurança e vários dos outros critérios que fazem parte da avaliação de uma cidade candidata.

Motivos não faltam para trabalhar e torcer pelo Rio, principal porta de entrada e veículo de divulgação do Brasil no exterior.


Cidades que já sediaram os Jogos Olímpicos:

1896 - Atenas - Grécia
1900 - Paris - França
1904 - Saint Louis - Estados Unidos
1908 - Londres - Inglaterra
1912 - Estocolmo - Suécia
1920 - Antuérpia - Bélgica
1924 - Paris - França
1928 - Amsterdã - Holanda
1932 - Los Angeles - Estados Unidos
1936 - Berlim - Alemanha
1948 - Londres - Inglaterra
1952 - Helsinque - Finlândia
1956 - Melbourne - Austrália
1960 - Roma - Itália
1964 - Tóquio - Japão
1968 - Cidade do México - México
1972 - Munique - Alemanha
1976 - Montreal - Canadá
1980 - Moscou - Rússia
1984 - Los Angeles - Estados Unidos
1988 - Seul - Coréia do Sul
1992 - Barcelona - Espanha
1996 - Atlanta - Estados Unidos
2000 - Sidney - Austrália
2004 - Atenas - Grécia
2008 - Pequim - China
Os Jogos de 2012 serão realizados em Londres, Inglaterra.

O casamento da Guanabara com o Rio de Janeiro

A Ponte Rio-Niterói é um símbolo da polêmica união entre os dois estados brasileiros


Hoje, dia 15 de março, é o aniversário de 33 anos da fusão entre os estados da Guanabara e do Rio de Janeiro.

Naquele longínquo 15 de março de 1975, em pleno governo do general Ernesto Geisel, a idéia divulgada para justificar a fusão era transformar o novo Estado do Rio num importante pólo industrial e agrícola do Brasil, a exemplo de São Paulo.

Estados com grande vocação para o Turismo, Guanabara e Rio de Janeiro já haviam se unido, simbólica e concretamente, no ano anterior, através da Ponte Rio-Niterói, até hoje incluida entre as dez mais extensas pontes do planeta.

Ao completar bodas de crizo, surge a pergunta fundamental: teria o casamento entre a Guanabara e o Rio feito bem aos nubentes ?

Já há quem fale abertamente em promover o divórcio.

O que você acha ?

Transposição do Rio São Francisco – falta explicar o projeto

O Velho Chico em Curralinho, Sergipe - Foto Marcelo Lyra/Fundação Quinteto Violado


No último dia 20 de dezembro, o deputado federal Ciro Gomes publicou, através do jornal O Globo, uma carta aberta à atriz Letícia Sabatella, que se coloca francamente contrária ao projeto de Transposição do Rio São Francisco.

Na carta, Ciro Gomes afirma que o projeto “não prejudicará rigorosamente nenhuma pessoa, qualquer que seja o ponto de vista que se queira considerar.”

Segundo Ciro Gomes, “o rio São Francisco tem uma vazão média de 3.850 metros cúbicos por segundo (!) e sua vazão mínima é de 1.850 metros cúbicos por segundo (!).Isto mesmo, a cada segundo de relógio, o Rio despeja no mar este imenso volume de água.

O projeto de integração de bacia, equivocadamente chamado de transposição, pretende retirar do Rio no máximo 63 metros cúbicos por segundo. Na verdade, só se retirará este volume se o rio estiver botando uma cheia, o que acontece numa média de cada cinco anos. Este pequeno volume é suficiente para garantia do abastecimento humano de 12 milhões de pessoas.”

Porém, como diz a jornalista Dora Kramer, em artigo publicado ontem, 21 de dezembro, no jornal O Estado de São Paulo, “fora os engajados na causa e os interessados em tocar a obra, é de se perguntar se alguém mais no País sabe dizer se o projeto de transposição das águas do Rio São Francisco é bom, ruim ou muito antes pelo contrário.”

Num momento em que o planeta discute ações concretas para tentar reverter o processo de aquecimento global, o mínimo que se deve exigir de uma obra dessa dimensão, é que seja embasada em inequívoca responsabilidade ambiental, deixando paixões pessoais e interesses políticos e econômicos à parte.

Uma solução de consenso pode vir do Congresso, onde o deputado federal Fernando Gabeira defende que a transposição seja antecedida pela liberação de verbas para a revitalização do Rio São Francisco.

Ampliar o debate, com a participação de especialistas em questões ambientais, explicando melhor os prós e contras da transposição, sem dúvida irá contribuir, tanto para o aperfeiçoamento do projeto quanto para o fortalecimento da democracia no Brasil.

Transposição do Rio São Francisco - um projeto polêmico

Foz do Rio São Francisco - Foto: Sergio Fecuri - Embratur


O governo brasileiro garante que a principal finalidade do projeto de transposição do Rio São Francisco é dar água ao povo que tem sede, vida digna ao sertanejo que sofre as agruras da seca.

O Supremo Tribunal Federal deu parecer favorável à continuação das obras, mas o projeto é polêmico.

Dom Luiz Flávio Cappio, bispo da cidade de Barra, no sertão da Bahia, diz que a transposição do Rio São Francisco será um “golpe fatal à vida do rio”. Consequentemente, será também um golpe mortal ao povo ribeirinho e a todo aquele que depende do Velho Chico.

O bispo sugere que, ao invés da transposição, sejam construídos canais para desviar a água do São Francisco. Pede também a revitalização do rio, a construção de cisternas para armazenamento da água da chuva e a execução de mais de 500 projetos da Agência Nacional de Águas (ANA).

Segundo o teólogo Leonardo Boff, o debate no Supremo Tribunal Federal foi mal colocado. "A questão central não era de ecologia ambiental mas de ecologia social. Não se tratava apenas de decidir se o megaprojeto do governo implicava impactos ambientais danosos, coisa que o Ibama, numa decisão discutível, garantiu não haver.

O que se tratava, acima de tudo, era de ecologia social: a quem beneficia socialmente o faraonismo daquela projeto governamental? Aos sedentos do semi-árido ou ao agronegócio e às indústrias? Os dados falam por si: cerca de 75% da água se destina ao agronegócio, 20% às indústrias e somente 5% à população sedenta." Leia mais >


Rio tem o céu mais azul do mundo


Rio de Janeiro e o céu mais azul do mundo Foto: Rio Convention & Visitors Bureau

Durante 72 dias, a escocesa Anya Hohnbaum realizou uma jornada por vinte países, à procura do céu mais azul do mundo. A odisséia de Anya, promovida pela Agência de Viagens Expedia, que avaliou a cor do céu, claridade, luminosidade e densidade das nuvens, pode ser conferida através do site The Blue Sky Explorer, com várias páginas de fotos, vídeos, diário e muita informação.

A parte científica do projeto foi desenvolvida com a ajuda da equipe de radiação ótica do Laboratório Nacional de Física da Inglaterra, sediado em Londres. Todos os destinos visitados por Anya passaram por uma série de testes com um espectrômetro portátil, especialmente projetado por cientistas do National Physical Laboratory (NPL). Em cada lugar, o aparelho era apontado para o céu exatamente às 10 horas da manhã do horário local, e na mesma posição em relação ao sol.

A cidade do Rio de Janeiro ficou em primeiro lugar entre os vinte destinos pesquisados, dando ao Brasil o título de Céu Mais Azul do Mundo.

1. Rio de Janeiro – Brasil
2. Bay of Islands – Nova Zelândia
3. Ayers Rock – Austrália
4. Denarau Island – Fiji
5. Cape Town – África do Sul
6. Antananarivo – Madagascar
7. Karumba – Ilhas Maldivas
8. Tóquio – Japão
9. Castell Dinas Bran – Gales
10. Long Beach – Los Angeles (EUA)
11. Santa Lucia – Caribe
12. Dublin – Irlanda
13. Marraquesh – Marrocos
14. Juneau – Alasca
15. Phnom Penh – Camboja
16. Amalfi Coast – Itália
17. Koh Samui – Tailândia
18. Edinburgh – Escócia
19. Giza – Egito
20. Cornuália – Grã-Bretanha

A Gruta Azul





O litoral brasileiro, repleto de praias deslumbrantes, tem diversos lugares fantásticos, como a Gruta Azul, em Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro. Verdadeiro espetáculo da natureza, a Gruta Azul é um salão de 15 metros de altura, com as paredes internas feitas de rochas douradas e prateadas, que alcançam vários tons de azul, de acordo com a incidência do sol. Em dias de mar calmo, durante a maré baixa, é possível entrar de barco no interior da gruta.

Tradicional atração turística, incluída nos roteiros de muitos passeios marítimos, não só de Arraial do Cabo, mas de toda a chamada Região dos Lagos, a Gruta Azul foi formada pela ação das ondas sobre o costão, conjugada a condições geológicas peculiares. Em pleno alto mar, a grande pedra em forma de pirâmide, possui uma entrada ampla à superfície, permitindo que pequenas embarcações penetrem, levando visitantes.

Sob a Gruta Azul existe uma outra gruta, submarina. O mergulho ali não deve ser praticado se não for acompanhado por profissionais experientes e as condições do mar não estiverem excepcionalmente boas. Essa gruta, cujo acesso está a aproximadamente 26 metros de profundidade, tem um túnel horizontal que percorre um trecho de mais ou menos dezoito metros e chega a uma espécie de chaminé que vai até a superfície, provocando um efeito de luz impressionante.

As Sete Maravilhas do Rio




Termina amanhã, dia 19 de setembro, a última etapa do concurso que vai eleger as 7 Maravilhas do Rio.

A campanha, promovida pelos jornais O Globo, Extra, Expresso e Globo Online, mistura obras feitas pelo homem e pela natureza.

Entre as 15 finalistas, apenas seis são maravilhas naturais (uma vez que a Floresta da Tijuca, inteiramente replantada por ordem de Dom Pedro II, foi elaborada por mãos humanas). São elas:
Búzios
Ilha Grande e Angra dos Reis
Parque Nacional da Serra dos Órgãos
Pão de Açúcar
Praia de Copacabana
Lagoa Rodrigo de Freitas

No entanto, três delas se localizam na Cidade do Rio de Janeiro e as outras três no restante do estado.

Distribuindo as selecionadas por todo o estado, é fácil alcançar o cabalístico número 7:
Búzios
Ilha Grande e Angra dos Reis
Parque Nacional da Serra dos Órgãos
Museu Imperial de Petrópolis
Centro Histórico de Paraty
Museu de Arte Contemporânea de Niterói

E a sétima concorrente da lista seria uma maravilha da capital do estado, podendo ser escolhida entre:
Floresta da Tijuca
Lagoa Rodrigo de Freitas
Pão de Açúcar
Praia de Copacabana

Nesse caso, a Floresta da Tijuca bem que mereceria representar a Cidade Maravilhosa, não somente por sua grande beleza e extensão, mas também pela imensa carga de simbolismo da iniciativa, tomada em meados do Século Dezenove, como resposta a uma profunda crise no abastecimento de água potável, que ameaçava a então capital do Brasil.

A ousada empreita ecológica, pioneira na América Latina, começou em 1854, com a desapropriação de vários sítios e fazendas, que, após muitos anos de intenso desmatamento, comprometeram gravemente as nascentes dos rios. A partir de 1861, o projeto replantou cerca de cem mil mudas, com muitas espécies nativas da Mata Atlântica.

Hoje, o Parque Nacional da Tijuca é considerado o maior projeto de reflorestamento já realizado no planeta, além de ser a maior floresta urbana do mundo e, por diversos motivos, o patrimônio maior da Cidade do Rio de Janeiro.

Cabo Frio – turismo, compras e belas praias



Localizada na Região dos Lagos, na chamada Costa do Sol, litoral norte do Rio de Janeiro, Cabo Frio é um dos principais pólos de turismo do Sudeste do Brasil.

Descoberta por Américo Vespúcio em 1503, é uma cidade histórica, colonizada logo após o descobrimento, em virtude da exploração econômica do pau-brasil.

Ainda preserva algumas construções antigas, entre as quais se destacam o Convento de Nossa Senhora dos Anjos e o Forte de São Mateus, que por muito tempo defendeu os interesses de Portugal na região, repelindo invasões de navios piratas e de outras nações estrangeiras.

Saiba mais sobre Cabo Frio >

A fórmula da praia perfeita


Praia de Copacabana - Rio de Janeiro - Foto: Christian Knepper - Embratur



(A x W) + 2 [E x C x V] + √[F x S]
--------------------------------------
(T) + (TC)


Esta fórmula matemática colocou Copacabana, no Rio de Janeiro, entre as 20 melhores praias do mundo.

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Sana - o paraíso das águas



Conhecido como Paraíso das Águas, o Arraial do Sana atrai amantes do eco-turismo, praticantes de esportes de aventura ou simplesmente pessoas que gostam de muita paz, sossego e natureza.

Sana é ideal também para os que procuram o aconchego proporcionado pelo frio típico do clima serrano e o mais puro silêncio, quebrado apenas pelo som das águas, dos pássaros e animais silvestres, longe do stress cotidiano das grandes cidades, como casais em lua-de-mel, grupos de amigos e famílias de férias.

Para aqueles que moram relativamente próximo, é um excelente destino de fim de semana, tempo suficiente para recarregar as baterias e desfrutar uma saborosa culinária caseira, preparada em fogão à lenha.

Saiba mais a respeito de Sana >

Búzios, maravilha da natureza


Praias Azeda e Azedinha em Búzios - Foto: Secretaria de Turismo

Armação de Búzios foi classificada para a etapa final do concurso 7 Maravilhas do Rio, promovido pelos jornais O Globo, Extra, Expresso e Globo Online. A partir de hoje e até o dia 19 de setembro, você pode votar, de maneira simples e rápida, em suas sete maravilhas preferidas através do site da campanha: http://www.7maravilhasdorio.com.br/. Não esqueça de validar o voto.

Entre as quinze concorrentes selecionadas, seis são autênticas maravilhas da natureza, enquanto as outras nove estão na categoria de grandes obras da humanidade, incluindo o Aterro do Flamengo, a Floresta da Tijuca e o Jardim Botânico. Se o critério predominante na escolha for indicar somente as obras feitas pela natureza, Búzios já está virtualmente eleita. Paraty também merece figurar entre as 7 Maravilhas do Rio porque, além de concorrer com seu fabuloso Centro Histórico, é uma cidade naturalmente exuberante.

Sem desmerecer as demais edificações realizadas pela mão do homem, sem dúvida todas de grande beleza e relevância, ninguém supera a natureza na criação de obras de arte, como é o caso de Búzios. Quem conhece a monumental península, esculpida no litoral norte do Rio de Janeiro, logo se encanta com as 23 praias e recantos magníficos, o clima extraordinário, a vegetação peculiar, o mar deslumbrante, o céu luminoso, enfim, uma verdadeira maravilha.

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Uma ilha de mil tesouros


Ilha Grande - Foto: MRE

No litoral sul do Rio de Janeiro, conhecido como Costa Verde, existe uma ilha paradisíaca, recortada por 106 praias, 7 enseadas e 34 pontas, coberta pela Mata Atlântica, com relevo montanhoso e picos que chegam a mais de mil metros de altitude.

Diversas trilhas circundam praticamente todo o perímetro da ilha, permitindo caminhadas em meio a uma paisagem de beleza intacta, com muita natureza, rios, lagoas, cachoeiras e panoramas fantásticos de praias sucessivas, cada qual mais fascinante e primorosa.

Situada ao centro de um dos melhores roteiros turísticos do Brasil, entre Mangaratiba, Angra dos Reis e Paraty, a Ilha Grande é um destino precioso, muito procurado para a prática do surfe e do mergulho, e também para inesquecíveis passeios de barco nas águas verdes e transparentes, plenas de vida marinha.

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Os segredos de Visconde de Mauá




Na Serra da Mantiqueira, existe um lugar feito de muitos lugares, cheio de vales e vilas, pleno de águas e verdes.

Nesse refúgio entre montanhas, rios cristalinos e matas de araucária, em que basta dar um passo para deixar o Rio de Janeiro e entrar em Minas Gerais, há uma sensação de permanente aventura em cada trilha, como se, de repente, pudesse surgir uma cachoeira ainda mais bela, ou uma paisagem mais comovente.

Alguns chegam a perceber uma atmosfera mágica, um certo deslumbramento local, outros simplesmente se encantam.

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Salvaterra – um Brasil para ser descoberto

Prainha do Pinheiro - Foto: Dário Pedrosa


Na foz do Rio Amazonas, existe um lugar fabuloso, envolto em lendas e mistérios.

Uma ilha gigantesca, bem maior que a Bélgica, a Holanda ou a Suíça, onde floresceu uma remota civilização pré-colombiana, oriunda dos Andes, que teria chegado ao Atlântico, através do Amazonas, milhares de anos antes de Cristo.

Dos Aruaques, quase nada se conhece, além da bela e sofisticada cerâmica marajoara, ainda hoje reproduzida por hábeis artesãos. Aliás, muito pouca coisa se sabe dessa ilha extraordinária, que pode ter sido descoberta antes do Brasil.

Leia mais sobre Salvaterra, a Ilha de Marajó e o Brasil que pouca gente conhece >

Praia da Pipa tem cenários cinematográficos

Praia da Pipa - Foto: Editora Peixes - Embratur


O litoral sul do Rio Grande do Norte possui alguns dos destinos de praia mais deslumbrantes da costa brasileira.

Em meio a uma sucessão de lugares paradisíacos, destaca-se Praia da Pipa, com sua fantástica paisagem de imponentes falésias ainda cobertas pela Mata Atlântica, onde os mirantes permitem contemplar golfinhos, tartarugas e piscinas naturais no mar de águas claras, calmas e mornas.

A orla, de areia fofa, dunas branquinhas e coqueirais imensos, é um irrecusável convite para longas caminhadas.

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Natal, muito além da Esquina do Continente

Ponta Negra, com o Morro do Careca ao fundo - Setur - RN



A localização privilegiada de Natal já lhe rendeu alguns cognomes repletos de admiração e entusiasmo. A cidade, que fica mais próxima da costa da África que de São Paulo, desenvolveu-se muito durante a Segunda Guerra Mundial, quando serviu de base para as tropas aliadas, sendo definida pelo Departamento de Guerra dos Estado Unidos como "um dos quatro pontos mais estratégicos do mundo", junto com Suez, Gibraltar e Bósforo.

Crucial, tanto para a defesa do Atlântico Sul, quanto para a retomada do Norte da África, ao fim da Grande Guerra, a Esquina do Continente ganhou a alcunha de Trampolim da Vitória. Mas é com um apelido bem mais pacífico que Natal melhor se identifica, e foi também por obra e graça de sua posição geográfica especial, que a capital do Rio Grande do Norte recebeu o título de Cidade do Sol. Qualificativo bastante justo para uma cidade que recebe mais de dois milhões de turistas e 300 dias de sol por ano.

No litoral sul, a 14 km do centro de Natal, encontra-se a bela Praia de Ponta Negra, com uma pequena enseada de areias brancas, onde o Morro do Careca, de 120 metros de altura, é um dos mais conhecidos cartões postais da cidade. É a partir de Ponta Negra que começa a chamada Rota do Sol, com praias mais tranqüilas e muito bonitas como as de Pirangi do Norte e Pirangi do Sul, Parnamirim, Búzios e Barra de Tabatinga.

Em Pirangi do Norte, além das piscinas naturais que, na maré baixa, se formam a menos de 1 km da costa, os turistas vão conhecer o maior cajueiro do mundo, um raro fenômeno natural, em que uma única árvore, de mais de cem anos de idade, ocupa uma superfície de 8.500 m². No sentido oposto, em direção ao norte, está o Parque das Dunas, uma outra obra da natureza.

Considerado Patrimônio Ambiental da Humanidade, o Parque das Dunas envolve o centro da cidade, margeando a Via Costeira, numa área de aproximadamente 1.172 hectares. É o segundo maior Parque Florestal Urbano do Brasil, superado apenas pela Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro. Construída sobre dunas, entre o Rio Potengi e a Costa Atlântica, em meio a lagoas e muita vegetação nativa, não é à toa que Natal, em 1994, recebeu da NASA (a agência espacial norte-americana) um outro título: o de Ar Mais Puro das Américas. Leia mais >

Búzios, Maravilha do Rio

Armação de Búzios é candidata a uma das Sete Maravilhas do Rio de Janeiro, concurso promovido pelos jornais O Globo, Extra, Expresso e Globo Online. A lista de trinta concorrentes, que mistura maravilhas da natureza e grandes obras da humanidade, entre as quais figuram ícones mundialmente conhecidos, como o Pão de Açúcar, o Maracanã e a Praia de Copacabana, foi selecionada por um time de onze jurados especiais.

A próxima etapa, iniciada em 29 de julho, conta com a participação do público, que poderá votar em suas sete maravilhas preferidas até o dia 23 de agosto (às 18 horas) através do site http://www.7maravilhasdorio.com.br/. No dia 26 de agosto serão divulgados os quinze primeiros colocados, que passarão para a fase seguinte, podendo ser votados até o dia 19 de setembro. O resultado final, anunciando as 7 Maravilhas do Rio, será divulgado no dia 23 de setembro, no site da campanha e nas edições dos jornais O Globo e Extra.

O Cristo Redentor, recentemente eleito como uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo, foi considerado hors-concours. Na Região dos Lagos, foram selecionados dois monumentos naturais: as dunas do Peró, em Cabo Frio, e a península de Búzios. Sem dúvida, uma das mais belas obras da natureza, Armação de Búzios atrai turistas do mundo inteiro, que se encantam não apenas com suas 23 praias deslumbrantes, mas também com sua vegetação peculiar e suas formações geológicas de rara beleza, além do clima extraordinariamente acolhedor.

Para votar, basta apenas acessar o site do concurso, http://www.7maravilhasdorio.com.br/ e clicar sobre o link Clique Aqui e Vote. Aparecerá uma nova página com os nomes e as imagens das trinta selecionadas. De acordo com o regulamento, é obrigatório selecionar sete opções. Após a escolha, é só fornecer seu e-mail e clicar em Vote Aqui. Uma mensagem será automaticamente enviada ao seu endereço eletrônico. Para validar o voto é preciso abrir essa mensagem e confirmar seu voto clicando no link fornecido. Esse procedimento é necessário para assegurar o controle do número de votos.

Em setembro a CowParade vai agitar o Rio

Quando o artista plástico suíço Pascal Knapp expôs a CowParade pela primeira vez, no centro de Zurique, em 1998, talvez sequer imaginasse que sua idéia tivesse tamanho alcance. Depois que vendeu os direitos autorais ao advogado norte-americano Jerry Elbaum, viu o projeto, criado a princípio como uma alternativa à exposição de obras de arte em galerias e museus, ser instalado em diversas cidades ao redor do mundo.

Segundo os organizadores da CowParade Holdings Corporation, mais de quatro mil vacas já foram esculpidas em fibra de vidro e pintadas de diferentes formas, arrecadando mais de onze milhões de dólares para projetos sociais. Depois de passar por Nova York, Londres, Tóquio, Paris, São Paulo e outras 29 cidades, em setembro as “Cowriocas” vão invadir a cidade maravilhosa.

Para a Rio CowParade, foram selecionados 120 trabalhos de artistas convidados, que recebem mil reais de cachê, além do material para executar sua obra. As empresas patrocinadoras pagam uma cota de 35 mil reais por cada uma das 120 vaquinhas, que, ao final da exposição, serão leiloadas num evento beneficente em prol da Obra Social da Cidade do Rio de Janeiro.

Algumas pessoas são contra o projeto, e dizem que a arte é só uma desculpa para colocar mais publicidade no meio do disputadíssimo espaço urbano. Outros julgam que a própria obra pode ser utilizada para “intervenções críticas”. Quando a polêmica exposição foi montada em Belo Horizonte, por exemplo, três esculturas foram alvos de manifestações. As vacas "Cowburguer", “Ouro” e “Mazoca”, foram pichadas com as sugestivas expressões: “fetiche”, "seja vegetariano" e “compre minha dor”.

Matheus Felipe Dias, aluno do curso de design da Universidade Fumec e criador da vaca “Mazoca”, ao invés de se ofender com a violação do seu trabalho, fez uma interessante ponderação: “Acho essas intervenções muito válidas. Uma pichação que passa um ideal não é um vandalismo, é uma forma de passar sua idéia. Se as vacas têm o direito de estar nas ruas, por que as pessoas não teriam o direito de se expressar através delas?”.

Um Brasil brasileiro na abertura do PAN



A abertura dos XV Jogos Pan-americanos, vai ficar marcada pela beleza do espetáculo e pela descontração do público. Longe do lugar-comum, a cultura brasileira foi apresentada de maneira magistral, com a participação constante e bem-humorada dos espectadores, como não poderia deixar de ser, em se tratando de um evento festivo no Rio de Janeiro, cidade maravilhosa tanto por seus encantos naturais quanto pelo alto astral de seu povo.

Da eletrizante interpretação do Hino Nacional, cantado à capela por Elza Soares, acompanhada por um empolgado coral de mais de noventa mil vozes, ao apoteótico acendimento da Pira, uma inusitada esfera solar de seis metros de diâmetro, a cerimônia correu perfeita, até mesmo pelos seus desacertos.

Um dos momentos mais emocionantes, contou com a participação de Adriana Calcanhoto, sentada numa cadeira gigantesca, cantando a clássica "Acalanto" de Dorival Caymmi, enquanto diversas figuras fantásticas do nosso folclore, como a Bernúncia, a Carranca, o Cazumbá, e o Boi da Cara Preta, adentravam o palco e o imaginário de todos. Simplesmente imperdível.